Thursday, June 16, 2005
Wednesday, June 01, 2005
casino da figueira, 7 de junho, 22h
Lena d’Água com Ricardo Dias
Voz e piano acústico para alguns dos mais belos temas da música portuguesa.
entrada livre! :)
___________________________________________________________________ Voz e piano acústico para alguns dos mais belos temas da música portuguesa.
entrada livre! :)
Com uma carreira de quase 20 anos feita na pop e no rock, Lena d’Água começou a procurar novos
caminhos de crescimento como cantora a partir do final da década de 90. É nesta altura que realiza uma série de espectáculos de homenagem a Billie Holiday em numerosos teatros municipais do país, com muito boa aceitação mas pouca divulgação. Esta fase ficou registada num disco ao vivo, gravado em Setembro de 2000, no Hot Clube de Portugal - “Lena d’Água canta Billie Holiday”.
Depois de dois anos com Billie, Lena d’Água reencontrou-se numa outra paixão antiga:
“Elis Regina, o nome do vulcão que incendiou a plateia do Teatro Villaret naquela noite de Inverno de 1978...” Lena fez a escolha do repertório de Elis no final de 2001, e com os arranjos de Nuno Ferreira, estreou o espectáculo na Primavera de 2002, no Casino da Figueira.
Em 2003 apresenta o espectáculo Lena d’Água ‘Autores Portugueses’, onde recupera canções de Luís Pedro Fonseca, Sérgio Godinho, José Mário Branco, Jorge Palma e António Variações, com a direcção musical de Bernardo Moreira num estilo muito chegado ao jazz, e que trouxe Lena d’Água para “patamares de grande nível de interpretação”*.
Destaque ainda para o acompanhamento a cargo de um quarteto de músicos de jazz composto por alguns dos melhores músicos portugueses: Rodrigo Gonçalves (piano), André Fernandes (guitarra eléctrica), Bernardo Moreira (contrabaixo e autor dos arranjos) e André Sousa Machado (bateria). Na verdade, as canções dos autores portugueses contemporâneos renasceram na voz de Lena d’Água. Um espectáculo de grande qualidade!”*
*Lena d’Água renasce, António Rúbio in Correio da Manhã, junho 2004
Tuesday, May 31, 2005
Tuesday, May 10, 2005
Friday, April 22, 2005
A barca dos amantes
Ah
quanto eu queria
conseguir
trazer
a
barca
à
madrugada
e desfraldar
o pano
branco
na que for
terra
a mais amada
Tuesday, April 19, 2005
Wednesday, April 13, 2005
Sunday, April 03, 2005
jardim da chuva
toca-me de mansinho e leva-me pela mão
ao jardim onde embarcámos um dia
no silêncio da chuva
percorre-me na sombra
e sê comigo
num momento eterno de sorriso
ao jardim onde embarcámos um dia
no silêncio da chuva
percorre-me na sombra
e sê comigo
num momento eterno de sorriso
Sunday, March 27, 2005
Wednesday, March 16, 2005
Creio nos anjos que andam pelo mundo
Creio nos anjos que andam pelo mundo,
Creio na Deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes,
Creio num engenho que falta mais fecundo
De harmonizar as partes dissonantes,
Creio que tudo é eterno num segundo,
Creio num céu futuro que houve dantes,
Creio nos deuses de um astral mais puro,
Na flor humilde que se encosta ao muro,
Creio na carne que enfeitiça o além,
Creio no incrível, nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo pelas rosas,
Creio que o Amor tem asas de ouro. Ámen.
In Sonetos Românticos, 1990
(O SOL NAS NOITES E O LUAR NOS DIAS II, pág.392)
Natália Correia
Creio na Deusa com olhos de diamantes,
Creio em amores lunares com piano ao fundo,
Creio nas lendas, nas fadas, nos atlantes,
Creio num engenho que falta mais fecundo
De harmonizar as partes dissonantes,
Creio que tudo é eterno num segundo,
Creio num céu futuro que houve dantes,
Creio nos deuses de um astral mais puro,
Na flor humilde que se encosta ao muro,
Creio na carne que enfeitiça o além,
Creio no incrível, nas coisas assombrosas,
Na ocupação do mundo pelas rosas,
Creio que o Amor tem asas de ouro. Ámen.
In Sonetos Românticos, 1990
(O SOL NAS NOITES E O LUAR NOS DIAS II, pág.392)
Natália Correia
Tuesday, March 01, 2005
Lena canta Elis
Maria, Maria
é um dom, uma certa magia
Uma força que nos alerta
Uma mulher que merece viver e amar
Como outra qualquer do planeta
Maria, Maria
é o som, é a cor, é o suor
É uma dose mais forte, lenta
De uma gente que ri quando deve chorar
E não vive, apenas aguenta
Mas é preciso ter força, é preciso ter raça
É preciso ter gana sempre
Quem traz no corpo uma marca
Maria, Maria, mistura a dor e a alegria
Mas é preciso ter manha, é preciso ter graça
É preciso ter sonho, sempre
Quem traz na pele essa marca
Possui a estranha mania de ter fé na vida
(Milton Nascimento/Fernando Brant)
Quando vem do amor
Quando vem do amor
Não dá nem pra não ver
Ver a luz que pintou
Se pintou bem querer
Não dá nem pra não ser, ai
Quando vem do amor
Vem ser bom sinal na minha vida
Puro cristal do meu desejo
Beijo de luz, mais pura força
Força vital da natureza
(ronaldo bastos/luís pedro fonseca)
álbum Lusitânia, 1984
Não dá nem pra não ver
Ver a luz que pintou
Se pintou bem querer
Não dá nem pra não ser, ai
Quando vem do amor
Vem ser bom sinal na minha vida
Puro cristal do meu desejo
Beijo de luz, mais pura força
Força vital da natureza
(ronaldo bastos/luís pedro fonseca)
álbum Lusitânia, 1984
Thursday, February 24, 2005
Sunday, February 13, 2005
Saturday, February 12, 2005
Thursday, February 10, 2005
Wednesday, February 09, 2005
Thursday, February 03, 2005
A culpa é da vontade

António Variações,
barbeiro, poeta e músico
foto tirada por mim
no Estoril em 1983
barbeiro, poeta e músico
foto tirada por mim
no Estoril em 1983
Subscribe to:
Posts (Atom)















