Este blogue faz hoje um ano :)
redondo vocábulo
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Thursday, January 05, 2006
Tuesday, January 03, 2006
Wednesday, December 28, 2005
Monday, December 26, 2005
Quando vem do amor
Quando vem do amor
Não dá nem pra não ver
Ver a luz que pintou
Se pintou bem querer
Não dá nem pra não ser, ai
Quando vem do amor
Vem ser bom sinal na minha vida
Puro cristal do meu desejo
Beijo de luz, mais pura força
Força vital da natureza
Lusitânia 1984
Ronaldo Bastos/Luís Pedro Fonseca
Thursday, December 22, 2005
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Monday, October 24, 2005
Sunday, October 23, 2005
Helena por Pedro
Recebo cartas de raparigas de doze anos. Querem ser cantoras e mandam beijinhos. Já não respondo. Teria de ser cruel. De resto ninguém me escreve. Ninguém me convida que me apeteça aceitar. Saio sozinha, encontro alguns amigos nos locais do costume, e volto sozinha. Dói-me muito ver a cama vazia. Parece-me injusto. Cada vez é mais difícil. As coisas do quarto, a cama, as duas cadeiras, as cortinas caídas fazem-me sentir como se eu estivesse ali a mais, como se fosse uma intrusa. Às vezes dormem comigo. Mas é só uma infidelidade que cometem para provarem a si próprios que afinal ainda estão muito presos às namoradas. Quando pedem desculpa ainda são mais miseráveis. E eu continuo a cantar cantigas que só imploram, rogam amor e ninguém me ouve. Mais valia não terem palavras, só suspiros e gritos e choros. Talvez alguém ouvisse. Talvez alguém entendesse. É como se estivesse a rezar diante de uma parede de pedra e tivesse por única resposta o eco da minha voz.Estou cada vez mais sozinha. Depois de cantar ninguém me agarra e diz: “Quero-te como não é possível querer mais alguém. Leva-me contigo. Ou então eu levo-te comigo.” Não. Pedem autógrafos, para as namoradas, ou para os filhos, ou para mostrarem aos amigos. Tocam-me mas ninguém me agarra. Querem só tocar. Batem nos vidros da carrinha, riem-se e eu rio-me. Estou muito cansada. O meu coração está muito pesado. Passaram tantos por mim. Porque não ficou nenhum? Para que passasse um teriam que passar todos os outros? Teria mesmo que ser assim?
P.P.
Thursday, October 13, 2005
Tuesday, September 27, 2005
Terra Prometida
SOM
Vi despontar a luz no céu
Mais uma estrela que nasceu para ti
A pouco e pouco a luz subiu
E foi iluminando o rio para ti
E sempre que ela brilhar no fundo do teu olhar
Vou desfolhar o meu amor
Ter o perfume de uma flor para ti
Vou mergulhar no azul do céu
Ser essa estrela que nasceu para ti
E sempre que ela brilhar no fundo do teu olhar
Outras luzes, como archotes, vão arder na noite sem luar
Outros corações perdidos
Como arcas de um tesouro vão-se encontrar
Vi despontar a luz no céu
Mais uma estrela que nasceu para ti
A pouco e pouco a luz subiu
E foi iluminando o rio para ti
E sempre que ela brilhar no fundo do teu olhar
Serve de farol ao mundo, que é um velho barco a naufragar
Dá esperança aos marinheiros
Que à Terra Prometida querem chegar
foto josé carlos nascimento
Mais uma estrela que nasceu para ti
A pouco e pouco a luz subiu
E foi iluminando o rio para ti
E sempre que ela brilhar no fundo do teu olhar
Vou desfolhar o meu amor
Ter o perfume de uma flor para ti
Vou mergulhar no azul do céu
Ser essa estrela que nasceu para ti
E sempre que ela brilhar no fundo do teu olhar
Outras luzes, como archotes, vão arder na noite sem luar
Outros corações perdidos
Como arcas de um tesouro vão-se encontrar
Vi despontar a luz no céu
Mais uma estrela que nasceu para ti
A pouco e pouco a luz subiu
E foi iluminando o rio para ti
E sempre que ela brilhar no fundo do teu olhar
Serve de farol ao mundo, que é um velho barco a naufragar
Dá esperança aos marinheiros
Que à Terra Prometida querem chegar
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