Wednesday, July 13, 2016

Lena d'Agua & Atlântida Perto de Ti - 1982


Nuclear Não, Obrigado  (youtube)
No fundo dos teus olhos de água (youtube)
Terra Mágica  (video)
Demagogia (teledisco)
Perto de Ti (teledisco)

da noite  (video)
Voo no azul (video)
Carrossel da vida na cidade (youtube)
Liamba (instrumental)
Na conquista (youtube)





                  produzido por Robin Geoffrey Cable

   



25 comments:

Anonymous said...

Olá
Descobri este espaço num momento em que tenho andado a ouvir novamente (há uns vinte anos que deixei de ter gira-discos…) o “Perto de Ti”. Pedi ao meu amigo Sérgio para mo digitalizar, pois conservo-o como um disco especial: o meu favorito dentre os poucos que conheço da vaga do rock português – o álbum que se ouve e nos deixa água na boca, a pensar que… que bom teria sido se a Lena d’Água, o Luis Pedro Fonseca e o resto da banda tivessem feito carreira, editando muitos mais discos, tocando ao vivo, consolidando a sua experiência e a vontade de partilhar a sua música etc… Com um somzão formidável, este disco representou para mim a promessa de que era possível cantar rock em português dando voz ao espírito do amor, da liberdade...
… e hoje, ao ler as páginas deste blog - a página dos 30 anos de casados da Lena e do Ramiro, sobretudo - lembro-me de pequenos acontecimentos bestiais da minha juventude: Os Beatnicks ao vivo, junto com os Ananga-Ranga e os Hobnob, ali no Cinema Lumiar… Mas o melhor – permitam-me partilhar esta memória - foi uma vez que dois putos de 16 ou 17 anos – eu e o meu amigo Zé Manel - um dia, aí em 76, 77, 78… não me recordo em que ano… foram à sala de ensaio dos Beatnicks. Eu tinha lido não sei onde um anúncio onde se procurava um teclista para banda de rock. Lá convenci o meu amigo, que andava no Conservatório e tudo, a responder. Telefonámos e marcaram-lhe uma tarde de teste, para irmos ter algures ali para a Amadora ou para a Reboleira… Eu tocava guitarra, mas ainda não tinha chegado a altura de ter ilusões. Ia apostado em ver o meu amigo a tocar numa banda de rock a sério. Ele não queria ir, mas lá acabei por convencê-lo. Ainda por cima a vocalista da banda era uma miúda super gira! Lá fomos, mas por azar, a vocalista não estava. O ensaio era apenas com dois músicos dos Beatnicks: o vocalista (foi o que nos disse, creio), que tinha uma cabeleira como o Roger Daltrey e se sentou à bateria; e o Ramiro, no baixo. Só agora, vendo as fotos, soube que ele era o marido da Lena d’Água. Enquanto iam todos aquecendo e conversando (que fixe, os músicos eram tipos porreiros e não me excluíram por vir só assistir…), troquei impressões com o baixista e, como eu próprio não tinha trazido nada (era o tempo da cota-cota do Malawi, da seruma e do boi-cola – tempo abençoado - que Deus guarde todos os amantes do divino cânhamo!…), perguntei-lhe se não se fumava uma? Não havia, mas ele pediu ao tipo que nos tinha ido buscar – e que, ao que parece, era o manager da banda – para ir tratar de arranjar. Passado um bocado, voltou e enrolámos uma! Foi uma tarde bem passada! O ZéManel portou-se bem (para todos os efeitos ouvia EL&P, King Crimson, Pink Floyd, etc…), mas acho que estava um bocado verde, apesar de improvisar na boa e de compreender bem a estrutura e o fraseado daquilo que lhe propunham. Contei depois à malta toda – coisa de miúdo - que já tinha fumado uma ganza com os Beatnicks! Fiquei orgulhoso! Gostei de ver as fotografias dele! Não sabia que tinha morrido…
C. Marley

SAM said...

NO NUC ! NO NUC ! NO NUC ! HAHAHA! ;-)

Abraço e Beijo Libertário!!!

techno25000 said...

Este album é simplesmente genial :))

Lena, falta uma música aí no alinhamento, "Da noite"

Era engraçado que a Valentim de Carvalho resolvesse fazer alguma coisa de jeito e reeditasse este album e o "Lusitanea" em cd com lados b's, raridadese e singles não incluídos nos 2 discos. Que tal?

lena said...

marley, o ramiro morreu com um linfoma, em 98
isso deve ter acontecido em começos de 78, eu já não estava na banda quando houve troca de teclista, e quem acabou por entrar foi o antónio emiliano (que anos mais tarde produziu o Aguaceiro, o meu álbum preferido que também ainda não está aqui no blogue

com tempo tudo se vai fazendo, e sou eu que faço tudo sozinha!
;))

sam, tamos aí! =;D

tech, sabes que não tenho o single jardim zoológico/papalagui!? :/

nem me lembro que capa tinha...

bom, vou trabalhar mais um bocadinho
bjs

techno25000 said...

Eu so tenho essas 2 musicas porque estão incluídas naquela compilação "Caravela" da Valentim de Carvalho. O "Zoologico" ouvi-a pela primeira vez quando comprei o Jackpot (ou terá sido o Superdisco?) de 84 ou 85. Que saudades dos discos "Jackpot" e dos "Superdiscos" e dos "Top Genius" lololol :)

techno25000 said...

E os bilhetes pros Coldplay ja esgotaram :(
Ainda por cima quem faz a 1ª parte são os Goldrapp, o que ainda me faz mais pena de não ter conseguido arranjar bilhete.

Agora já n me enganam mais. O bilhete dos Sigur Ros ja ca canta ja não vou deixar esgotar :)

Anonymous said...

Bem, normalmente não comento sobre a música portuguesa e essa questão de chamar rock em "português" a um estilo que é universal, soa-me a fascismo cultural.

Ainda somos muito "pequenos" muito apegados a clichés, eufemismos e normalmente acabamos a nossa vida a projectar memórias e a salvaguardar a imagem que conquistámos no passado.

(...)Por vezes passo por este blog da Lena porque sou de Benfica (não do Benfica - subentenda-se)e a música da Lena e companhia fez parte do meu crescimento músical made in Portugal.

Sempre achei que ela era aquilo que faltava de "novo" na música portuguesa.Depois, porque tinha uma beleza muito própria feita em fragmentos de luz (linguagem pictórica) e a sua condição vocal era suave, melodiosa, adptável a qualquer estilo.Confesso, quando me cruzava com ela acreditava em musas.

Portanto aqui a questão é também recordar um pouco o passado, até porque somos da mesma geração e para mim os anos 80 foi de facto a grande revolução cultural em Portugal (para quem gosta de Glam).

Mas a vida é uma "grande roda". Há vinte anos atrás ouvia rock progressivo e hoje delicio-me com o gótico industrial, mas sem nunca esquecer o Punk (movimento estético mais fascinante de sempre). Creio que até mesmo figuras como Jim Morrison, Marc Bolan, Kurt Cobain, Joe Strummer ou Ian Curtis, infelizmente não passam de folcolore emblemático para muitas pessoas.

Assim, não sou cumplice de memórias, sou cumplice do futuro e com o remastigar de projectos que se faz actualmente na música portuguesa, onde inclusivamente os movimentos mais industriais (Dark) estão fora de questão, lamento imenso que o passado seja apenas um filme actual.

Na verdade em Portugal, o "poder" é a conquista que impede a ousadia na arte.

Como tal, creio que "inteligência" é aquilo que hoje melhor define a Lena, entenda quem quiser entender...

E claro, continua uma mulher muito bonita, com traços que poderei definir como sublimes para qualquer artista e pelo menos vou aprendendo a recordar o passado como Charles Ryder "Reviver o passado em Brideshead). ;)

Força Lena!
E transportanto Almada Negreiros para esta reflexão espontanea,a verdade é que há sempre a invenção de um dia claro.

Francisco

I said...

Boa noite querida Lena!Vim só dar-te um beijo e dizer-te :Boa noite!

lena said...

há sempre a invenção de um dia claro
:)



isabelinha;**

AmigaTeatro said...

Bem,
ontem só havia música do "perto de ti", hoje já há "Demagogia", vais por mais? :D

E as imagens ao lado (mais pequenas, agora) ficam bem!!
A última (o e-mail) é que parece, assim de repente, um outro blog, também...

Vá, vê se consegues pôr aqui mais umas "musiquinhas"!!! :)

&)***

Anonymous said...

Olá!
Aí para cima ouvi dizer que rock em português soa a "fascismo cultural", dada a universalidade do género... Eu até creio que percebo o ponto de vista, mas sucede que à pala da dita "universalidade" liga-se hoje a telefonia e a hegemonia anglo-saxónica continua de boa saúde, como há um quarto de século atrás. Por isso não ouvimos a Lena na rádio (nem os Jáfumega, nem a Banda do Casaco, nem o Zeca, nem...). Depois, deixa que te diga: cumplicidade com o futuro quando se acha o punk é o movimento estético mais fascinante de sempre... Bom... "No Future" para ti também. Cada um é como cada qual e se é também de recordações que se trata, eu conto-te algumas, já que aqui estou:
A Benfica ia frequentemente na minha infância, passar semanas de férias a casa de uns tios. A Grão-Vasco tinha um esgoto a céu aberto a que ouvia chamar "o caneiro". O mercado também era ali. Um dia, lembro-me de ver a rua, lá mais para cima, para o pé da Mata, cheia de carrinhas da polícia. As senhoras só falavam da "ramona" que tinha vindo buscar os hippies, que se pintavam e defecavam em baldes, diziam as bocas... Anos mais tarde, conheci gente que dizia ter estado, de alguma forma, ligada a essa comuna e ter, também, conhecido a Lena: o Paulo Croas (na altura creio que era só Zé Manel, o "hippie de luxo", que não dispensava o secador de cabelo quando andava a tripar por Amsterdão; e o Waldemar, o "boche", pois era de família alemã por parte do pai, creio). Nas carrinhas mercedes da polícia também andei eu em Dezembro de 73, por motivos políticos. Depois veio a liberdade - sim, os dias claros... - e a erva. O punk veio depois. Começou numa tarde estúpida ali em Campo de Ourique, no Zodíaco, com um concerto dos Faíscas (e de outro grupo com um nome químico muita giro que não recordo) que não aconteceu. Por lá andavam uns tipos a distribuir uns papéis esquisitos a dizer que queriam ver Lisboa a arder, uma suásticas e merdas assim... Os Faíscas deram depois em Corpo Diplomático e etc. Mas não gostei daquilo.
Mais tarde, confirmou-se: os punks eram malta de bebedeiras e drunfos. Conheci muitos. Alguns agressivos, outros mais tipo vegetal, a babarem-se com a voz entaramelada, a vomitarem e a curtirem uma de vidros partidos. Sempre preferi a erva, Sintra, Arrábida, Gerês... pedradas divinas, com violas, em volta das fogueiras (..."enquanto à noite o céu se enche de estrelas... Milhões delas!..."). Para mim, a parte interessante começou com os Clash, por via da erva jamaicana e dos sound systems de Brixton - punk-rasta-a-mesma-luta / Rock Against Racism, etc... Mas isso chegou-me mais tarde.
E a propósito de dias claros, lembrem-se, com o poeta angolano Ruy Duarte de Carvalho, que «a força mais guardada que há na luz só se consente em superfícies raras»...
Que o Som vos acompanhe
C. Marley

Anonymous said...

Boa noite, antes de mais e para que o mais não seja incorrecto, peço desculpa por utilizar este espaço na condição de responder ao nosso companheiro de cima.

C.Marley
A contradição nunca deve ser o oposto da verdade e nem a verdade deve ser limitada apenas por aquilo que vimos e sentimos.

Eu admiro as memórias emotivas! Principalmente quando fumava Haxixe na mata de Benfica. Nessa altura eu era um romântico, ainda não tinha descoberto o ultra de Lord Byron nem o Vodka de Tom Waits. Até acreditava no amor e acreditava que o Futebol Benfica poderia chegar à primeira divisão comigo a jogar a extremo esquerdo. Oh, ilusão das ilusões! Estás a ver como são as emoções? É uma espécie de ritual neo-pagão.

Mas admito por falta de utopias, que nem tudo pode ser constituído através de “superfícies raras”. Dai, a necessidade quase agorafóbica dos “dias claros” em culturas diferentes.

Para quem gosta de outras culturas (admitindo que a arte é universal) principalmente quando resolvem destruir a nossa identidade cultural, hoje vais à Califórnia e ouves Cinema Strange e depois diz-me se o punk em termos de ramificações de estrutura artística não é de facto o melhor dos movimentos estéticos. Isto para não falar da referência Dandy.

Até mesmo a conotação politica relacionado com a anarquia cultural ganha um novo sentido se verificarmos que o nosso pensamento se ilude em demasia com os nacionalismos. Depois, vais a Londres e até ficas pasmo como o Punk está revestido nas artes plásticas.

Quando digo que é o movimento mais fascinante, é claro que estou a pensar em Umberto Eco sobre a “filosofia do pensamento”.

Dizeres que “os punks eram malta de bebedeiras e drunfos” é um puro sentimento naif. Punks em Portugal? Hum…
Eu sempre vi bebedeiras e drunfos noutros movimentos em diversas áreas da nossa vida social. Hoje, é mais festas brancas, mas sem Punks! Pelo menos não haverá mais tarde história.

O Punk para mim começou com os New York Dolls!:)
E muito agradeço ao meu amigo António Sérgio pelos “sons da frente”.

Topas a diferença? Talvez dai a tua confusão em definir um ouvinte dos Velvet Underground com um dos Sex Pistols ou até mesmo Ramones. Era a confusão da época, tudo se misturava em busca de rótulos.

Mas claro, estamos a falar de Portugal e da cultura das telefonias e dos contratos que as editoras fazem com os artistas e já sinto que tudo isto iria resultar num discurso surrealista, mas daquele surrealismo obscuro de Max Ernst.

Claro, essa visão fatalista quando os movimentos são vividos em Portugal é terrível. Mas felizmente existe mundo para além desta fronteira e para além da Grão Vasco e para além da Cova da Moura...e principalmente para além da história pessoal de cada um de nós. Já ninguém se compadece com o barroco :)


Arte com fronteiras é tourada, vinho verde e anarcas sem causa. Isto, para não falar do desgaste das t-shirts do Che Guevera na feira da ladra e nas manifestações dos pseudo-qualquer coisa terminada em revolucionário. Porque revolucionário é politicamente correcto e sempre nos dá a chance de passar uns dia em Cuba a convite de (…) a fumar charutos e escrever poesia.

Outra coisa importante: nada se conquista por quotas! Tudo se conquista pela qualidade.
Da mesma forma que a rádio possa ser ou não ser injusta para a canção portuguesa, não te esqueças que a mesma injustiça se aplica em outras expressões de arte em Portugal. Ok? O Teatro português, vês na televisão?

Depois, as tuas memórias e os teus sentimentos não implicam que seja a escola emocional de um aprendizado actual para as novas gerações. Eu pessoalmente,sempre que quero oiço Zeca Afonso, José Mário Branco, etc. Não necessito de rádio para me educar nem para educar os outros. Não pretendas popularizar a arte nem incutir os teus sentimentos de vinte anos atrás na mente das novas gerações que provavelmente se identificam mais com um poema dos “Mão Morta”.

Por muito que doa na alma e possa embriagar a racionalidade, a verdade é que o tempo passa e temos que aprender a viver esse sentimento sem egoísmos e imposições.

Bem, que a memória nos acompanhe e que a Lena nos continue a brindar com o seu espaço.

Não vou intervir mais, mas vou passando por aqui.
Abraços, tenham um bom dia, que a minha hora de dormir chegou.

Francis

lena said...

um espaço de tertúlia! gosto! :)))



bom dia!***

techno25000 said...

Olá Lena!

Esta gente mais o raio da publicidade, xiça!!!!

Ontem fui à feira do disco na gare do Oriente, que é uma edição dita internacional, pronto tem um stand de Espanha e outro da Alemanha, mas o resto é tudo stands portugueses. Comprei lá um cd teu da editora Sony. É uma compilação de musicas que inclui o Robot e músicas de todos os outros discos. Tens esse cd? Na capa da frente tá uma foto tua da época do Aguaceiro onde estás muito bem :) Na parte de trás ta outra foto tua da época do Tu Aqui, penso eu, onde estás com uma camisa... aaarrrgghhh!!! ... assim florida, pronto, podes tu dizer "mas era a moda da altura" lololol :))) Bom, espero que essa camisa tenha desaparecido misteriosamente do roupeiro lololol :)))

Bjs

SAM said...

Que se lixem as tertúlias!!Que se lixe o passado o presente e o futuro, a Boa Nova é QUE O MUNDO ESTÁ FODIDO!!
NO NUC !! NO NUC!! NO NUC ! NO NUC! NO NUC! NO NUC! HEHEHE

Tita - Uma mulher, Um blog, algumas palavras said...

Olá, vim parar aqui por acaso, mas que acaso tão doce. Que saudades!Que bom rever tudo isto. Tenho alguns destes trabalhos em vinil...não percebo porque não reeditam em Cd.
Vou ouvir...é nestas ocasiões que percebo porque guardei sempre o gira-discos.
Um abraço e obrigada por tudo.

lena said...

de nada, Tita :)

este era um trabalho que tinha que ser feito, e resolvi-me a fazê-lo!, para memória futura ;)

tenho, sim, tech
:p

Tó Vale said...

Que memórias me traz este disco. Tenho-o assinadinho por todos incluindo o Luis Moreira que colaborou "Na Conquista" com trompete. Comprei-to directamente na colectividade de Pêro Pinheiro quando lá foram dar um concerto mesmo junto à casa do Luis.
Na horta pedi-te para cantares o "da noite" mas acho que não dava até pq os que tocvavam contigo não se comparavam aos que aqui estão. Tenta colocar esta música aqui pois o meu LP já tocou tanto que não tem melhoras.
TKS

lena said...

o na conquista??!!


lol


passadex, pá!
lol

sabes do luís? ficou pela africa do sul?
:)

Tó Vale said...

Não. A música DA NOITE, não sei porquê mas adoro-a. O Luis não tenho ouvido falar nele, o irmão é que esteve na Força Aérea na Base de Sintra e foi de lá para as arábias. A minha mãe é que costumava falar com a deles quando ia à praça mesmo junto à casa deles. Se souber alguma coisa digo.
Então e o DA CONQUISTA tb não ficava aqui bem? Aliás todas elas.
Até um dia destes
Tó Vale

Helderhugo said...

Olá

Só queria perguntar se este LP só foi editado em Vinil transparente. Pois adquiri um á dias e ele é transparente.

Obrigado

AD said...
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AD said...

Cara Lena,
ouvi recentemente o Perto de Ti no "Album de Família" da Radar, um destaque mais que merecido.
http://radarpodcasts.podbean.com/e/album-de-familia-lena-dagua/

Foi arrepiante ouvir de novo esses sons.
O som e as palavras são intemporais.

Um grande abraço, doce ou salgado, from Azenhas do Mar
https://www.youtube.com/watch?v=t6OrtrTwH9o
Augusto MD

Jace Elliot said...

Where can i buy this album? My fav song is "da noite".This is superb and your voice is sublime!

Helena said...

try here, Jace Elliot... http://www.discogs.com/Lena-D%C3%81gua-Perto-De-Ti/master/628552
:)